No Brasil, 77% da rede habilitada para atendimento de AVC está concentrada nas regiões Sul e Sudeste.
Essa distribuição evidencia desigualdades importantes no acesso ao cuidado especializado, especialmente em situações em que o tempo é determinante para o desfecho clínico.
Nesse contexto, a telemedicina tem um papel estratégico ao permitir o acesso remoto a especialistas, apoiar a tomada de decisão em tempo real e ampliar a capacidade de resposta em regiões com menor cobertura. Além de expandir o acesso, esse modelo contribui para maior eficiência do sistema, reduzindo em cerca de 60% as transferências desnecessárias de pacientes.
