O uso das tecnologias certas e estratégias estruturadas de detecção e acompanhamento são essenciais para avançar em desfechos clínicos e trazer mais eficiência para os sistema de saúde. Isso vale para o câncer de ovário e muitas outras enfermidades com estatísticas preocupantes.
Globalmente, são registrados mais de 300 mil novos casos por ano.
Os sintomas iniciais são inespecíficos, o que faz com que o câncer de ovário frequentemente seja identificado em estágios avançados - um dos principais
fatores que o tornam um dos tumores ginecológicos mais letais.
O diagnóstico precoce depende de suspeita clínica, acesso a exames e encaminhamento oportuno. Isso exige investigação ágil, fluxos bem definidos para referência especializada e coordenação entre equipes.
Reduzir o tempo entre suspeita e investigação é um fator-chave para aumentar as chances de diagnóstico em estágios iniciais e reduzir a mortalidade.
Fontes: https://gco.iarc.fr; https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/cancer;
https://www.inca.gov.br/tipos-de-cancer/cancer-de-ovario